quarta-feira, 17 de junho de 2020

Proprietários de bares/botecos da cidade de Pedreiras reclamam de restaurantes que estão vendendo bebidas alcoólicas para consumo dentro do estabelecimento.


 
IMAGEM ILUSTRATIVA
 Em Pedreiras está havendo um dilema entre proprietários de bares e donos de restaurantes, esses dilemas se direcionam ao descumprimento do decreto do Governo do Estado que proíbe a venda de bebidas alcoólicas no estabelecimento. 

Alguns proprietários de bares/botecos da cidade de Pedreiras relataram nessa semana ao  nosso portal de notícias suas reclamações no que tange á essa situação onde os donos de restaurantes estão descumprindo o que se exige o Decreto do Estado que entrou em vigor desde o dia 01 de junho. 

É válido ressaltar que foi permitido tanto para os bares quanto aos restaurantes ás suas reaberturas, desde que as vendas em especiais de bebidas alcoólicas sejam vendidas á delivery ou retirada no local. No entanto, alguns proprietários de restaurantes estão ultrapassando os limites das leis e descumprindo totalmente. Até alguns botecos bem famosos da cidade além de abrir suas portas, estão recebendo público, que aos olhos da lei, não é permitido.

E os pequenos proprietários de bares ficam a ‘ ver navios’ e até mesmo receosos de abrir seu estabelecimentos  e fazer o mesmo que esses grandes donos de botecos e restaurantes estão fazendo. “A corda sempre quebra do lado mais fraco” relatou um proprietário de bar daqui da cidade de Pedreiras.

“Apesar de ter sido permitido abertura dos bares para vendas á delivery ou retirada, mesmo assim não conseguimos recuperar os prejuízos, pois além de pagamentos de funcionários, despesas locais , ainda tem o aluguel, a situação para nós donos de bares está cada vez mais complicada” relatou outro proprietário.

Diante do mencionado, seria interessante que as autoridades de Pedreiras, em especial a Vigilância de Saúde pudesse vistoriar essa situação, pois medida do governo estadual prevê a punição que consta no Artigo 268 do Código Penal, em relação a crime de “infringir determinação do poder público destinado a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”. A pena varia de detenção, de um mês a um ano, além de multa.
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