sábado, 21 de julho de 2018

"O movimento feminista não me representa", afirmou a Trizidelense Mirana Flaesia


Eu me chamo Mirana Flaesia, tenho 25 anos, moro em Trizidela do Vale -MA, sou cristã, sou mãe, e acadêmica de Pedagogia da Faculdade de Educação São Francisco e trabalho como Professora de Educação Infantil no meu município - Trizidela do Vale

A imagem pode conter: Mirana Flaesia, sorrindo, óculos e close-up


Bom hoje em dia eu observo muito a questão dos movimentos feministas, esses movimentos atuais que se dizem serem FEMINISTAS, eles não me representam.
   Pois, embora o feminismo use frequentemente o termo "mulheres" para definir suas pautas, sugerindo que todas as mulheres pensam da mesma forma, ou devam pensar, usa disso para atrair a sensibilidade dos incautos ao mesmo tempo em que excluem os que discordam dos seus pressupostos, chamando-os de atrasados ou machistas. 
   Mas na verdade, suas reivindicações afrontam diretamente o objeto que dizem defender - a mulher. Nas suas exigências, impõem às mulheres fardos emocionais e espirituais pesados demais. Ao fazer do aborto e da liberação sexual uma bandeira "das mulheres", tornam a mulher um objeto descartável, sem emoções e afetos, desprovida de amor pela vida, que é a própria essência feminina.
Não sou vítima de uma sociedade opressora. Feministas gostam de culpar os homens, o sistema de governo, as crianças, o mundo, por fazê-las viver de forma oprimida e difícil. Se tem alguma vítima nesse mundo, essa se chamou Jesus, Ele sim, foi vítima de todos.

Mirana Flaesia
21 de Julho de 2018

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